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Os Estados Unidos executaram na madrugada de sábado uma operação militar de grande escala em Caracas, resultando na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, que agora estão sob custódia americana. President Donald Trump anunciou o sucesso da missão via Truth Social, afirmando que a ação conjunta com forças de elite como o Delta Force visa levar Maduro a julgamento por acusações de narcoterrorismo. Explosões ecoaram na capital venezuelana, com aeronaves de baixa altitude sobrevoando a cidade, enquanto o governo de Maduro classificou o incidente como "agressão imperialista" antes de perder contato com o líder.
Evolução 2025-2026
Em 2025, a política dos EUA contra a Venezuela focou em sanções intensas, bloqueios a petroleiros e ataques a barcos de narcotráfico, com Trump rejeitando a legitimidade de Maduro após sua posse e autorizando operações da CIA sem invasão terrestre direta. Já em 2026, a escalada culminou no ataque direto à capital, marcando uma transição de pressão econômica e marítima para intervenção militar aberta, justificada como necessária para capturar Maduro indiciado desde 2020. Essa mudança reflete o endurecimento da postura de Trump, que mobilizou porta-aviões e tropas na região desde novembro de 2025, visando não só drogas, mas regime change.
Posições Internacionais
Países aliados à Venezuela, como Cuba, Rússia, China, Irã, Nicarágua e Bolívia, condenaram veementemente a ação como violação à soberania e "terrorismo de Estado", com Cuba chamando por resposta global. O governo Lula, no Brasil, reagiu com surpresa e convocou reunião de emergência no Itamaraty para avaliar impactos diplomáticos, com o presidente alertado durante o recesso e considerando retorno antecipado a Brasília; historicamente, Lula defendeu diálogo e alertou contra "catástrofe humanitária" em intervenções. Nações contrárias a Maduro ou pró-EUA, incluindo Colômbia, Equador, Paraguai, Argentina, Trinidad e Tobago e oposição venezuelana, apoiam ou silenciam, vendo a captura como justiça contra o regime.
Consequências Imediatas
A vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu interinamente, exigindo "prova de vida" de Maduro, enquanto partes de Caracas enfrentam blecautes e milícias chavistas mobilizam ruas. O Pentágono e FAA impuseram restrições aéreas, e senadores republicanos como Mike Lee confirmaram que não haverá mais ações agora que Maduro está preso para julgamento nos EUA. A operação destaca anos de tensão, com mais de 100 mortes em strikes prévios contra cartéis ligados ao regime.
Original
Trduzido para o português
(*) Com informações das fontes: CBS News, CNBC, AP News, BBC, Reuters, Al Jazeera, ABC7, LA Times, O Liberal, Al Jazeera, Reuters, KSL, CNN, Boereport, G1 Globo, CNN Brasil.
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