A OAB do Brasil pediu explicações às instituições financeiras sobre a inclusão do nome de consumidores em listas de restrição ao crédito por pediram, na Justiça, a revisão do valor cobrado em parcelas. De acordo com a advogada de uma das pessoas que se queixam do procedimento adotado pelos bancos, as instituições mantém os cadastros secretos que funcionam interligados. As informações são do Fantástico
Segundo a defensora, mesmo que o cliente não tenha restrições em seu CPF, não consegue fazer financiamentos ou compras parceladas. Em conversa com uma instituição financeira, um consumidor gaúcho foi informado sobre a existência da lista composta por pessoas que entraram com ações judiciais contra os bancos.
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