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ABCD - 24/04/2019 - 16:03:47

 

Gaeco deflagra Operação Lix em São Paulo e São Bernardo do Campo

 

Da Redação com agências

Foto(s): Reprodução

 

Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco)

Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco)


O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio do Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar, realizou na manhã desta quarte-feira (24/4) a “Operação Lix”. Trata-se do terceiro desdobramento de operação anterior, denominada “Operação Barbatanas”, tendo como objetivo combater crimes de organização criminosa, dispensa ilegal de licitação, corrupção passiva e corrupção ativa.

Ao todo, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, um na capital e cinco na cidade de São Bernardo do Campo. No município do Grande ABC, os mandados foram cumpridos em uma empresa, na Secretaria de Serviços Urbanos (vinculada ao município de São Bernardo do Campo) dois endereços residenciais de agentes públicos e dois endereços residenciais de pessoas vinculadas à empresa também alvo da operação.

Na residência de um dos agentes públicos houve a apreensão de R$ 135 mil em dinheiro. Já na residência do outro agente público foram apreendidos cerca de R$ 8.500 em dinheiro, que foram depositados em conta judicial e aguardam eventual comprovação da licitude da origem. Ademais, ainda foram apreendidos oito computadores, cinco celulares, cinco HD’s, cinco pendrives e documentos diversos.

Nos bastidores, os comentários seriam de que os agentes públicos, objetos da investigação, seriam o atual secretário de serviços urbanos, Marcelo Lima, e Mário Orsolano, seu adjunto na pasta, informações estas que não foram confirmadas pela assessoria de imprensa do MP.

Algumas páginas nas redes sociais e alguns sites publicaram que o prefeito estaria sendo investigado. De acordo com informações obtidas, não há, até o momento, qualquer investigação, no âmbito desta operação do GAECO, envolvendo o prefeito da cidade de São Bernardo do Campo.

Portanto, as FAKE NEWS que são produzidas por sites e páginas de notícias nas redes sociais, que não possuem registros válidos junto aos órgãos competentes, precisam ser investigadas pelo MP para que não se permita a utilização da Liberdade de Imprensa, para quem não é da Imprensa...

As investigações referentes à "Operação Lix" continuam e permanecem sob sigilo de acordo com o Ministério Público.

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