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ABCD - 12/06/2018 - 19:59:57

 

Em ação pela defesa e respeito ao dinheiro público, prefeito Orlando Morando consegue liminar contra

 

Da Redação com agências

Foto(s): Divulgação / Arquivo

 

Depois de pedido impetrado pelo chefe do Executivo de São Bernardo, Justiça exclui municípios de São Paulo da obrigatoriedade de elevar o teto salarial dos servidores

Depois de pedido impetrado pelo chefe do Executivo de São Bernardo, Justiça exclui municípios de São Paulo da obrigatoriedade de elevar o teto salarial dos servidores


Em uma ação movida na busca pelo respeito ao dinheiro público, bem como na defesa do conceito da moralidade e autonomia do município, o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, conquistou nesta terça-feira (12/06) uma liminar da Justiça que suspende a PEC 46, a chamada do PEC dos Supersalários, que aumenta o teto salarial do serviço público no Estado de R$ 21.631,05 para R$ 30.471,11 até 2022.

Por intermédio da Procuradoria-Geral do Município, o prefeito de São Bernardo ingressou com uma ADIN – Ação Direta de Inconstitucionalidade – no dia de ontem, respaldada em justificativas de desrespeito as constituições federal e do Estado, derrubando a autonomia dos municípios sobre a folha de pagamento de seus próprios servidores.

“Temos de comemorar a decisão da Justiça, uma vez que o dinheiro público precisa ser respeitado. É o clamor da sociedade, que vem pedindo cortes de desperdícios e moralidade com os investimentos. Além disso, o município precisa ter seu poder de decisão respeitado”, pontuou Morando.

A decisão judicial foi expedida pelo desembargador Renato Sartorelli, detalhando que incluir os municípios na PEC caracteriza “suposta violação ao pacto federativo”, e que poderá acarretar transtornos à administração local com impacto no orçamento pela geração de despesas aos cofres públicos.

O corte dos gastos públicos tem sido feito de austera em São Bernardo, desde o início da atual gestão, em janeiro de 2017. “Ao longo de toda a minha vida pública sempre trabalhei sobre o conceito de respeito ao dinheiro público. E ao assumir a Prefeitura de São Bernardo buscamos um controle rígido, diante dos problemas financeiros que foram deixados”, acrescentou o prefeito, citando os R$ 200 milhões em restos a pagar, deixados pela gestão antecessora.

 



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