-->


 

Nacional - 28/11/2003 - 21:28:34

 

Meta brasileira é atender 18 milhões de pessoas em todo o território

 

Da Redação com agências

Foto(s): Divulgação / Arquivo

 


O presidente do Instituto Ethos e ex-assessor especial da Presidência da República, Oded Grajew, revelou ontem, em São Paulo, que o Programa Fome Zero deve beneficiar, até o fim do ano, 18 milhões de cidadãos. A afirmação foi feita numa palestra para associados do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef) de São Paulo. Segundo Grajew, no Governo Federal, havia muitos projetos sociais, mas com “enorme dispersão de recursos e falta de sinergia”. “Existiam vários programas para crianças e adolescentes que não eram conhecidos. Mas cada proposta social tinha um cadastro absolutamente viciado e contaminado por interesses políticos”, acusou. “Esses cadastros tinham, basicamente, amigos e parentes de prefeitos e de cabos eleitorais”, afirmou. “Havia famílias que não precisavam e que recebiam mais de sete bolsas, enquanto as pobres não recebiam nenhuma, pois não tinham relacionamento com o poder.” Ele afirmou ainda que a unificação dos programas sociais permite que os recursos sejam melhor aplicados, cheguem à população mais carente e, em quatro anos, beneficiem 50 milhões de pessoas. “Assim, com o Programa Fome Zero, toda a população do Brasil que está abaixo da linha de pobreza conseguirá sair desta situação”, declarou. Grajew garantiu que deixou o Governo para se dedicar mais à mobilização da sociedade empresarial nos planos de responsabilidade social. ;

Links
.
.
Vídeo


Últimas Notícias



Prefeitura de São Bernardo promove 1ª Feira de emprego para jovens de 16 a 22 anos


Rússia é banida por doping e está fora de Tóquio 2020 e de Mundiais


Receita abre consulta ao 7º lote de restituição do Imposto de Renda


Bumba Meu Boi pode se tornar patrimônio imaterial da humanidade


Bolsonaro pede revogação de medida que excluiu atividades de MEI


STF aprova compartilhamento total de dados financeiros da Receita Federal com o MP sem autorização judicial